- Pegar um táxi pré-pago (remises). O preço é fixo e é mais confiável. Se chegar pelo Aeroparque, vai chegar no hotel rapidinho. Se for pelo Ezeiza, vai levar de 45 min a uma hora dependendo do trânsito.
- Alguns remises informam em avisos no interior do táxi que o pedágio (peaje) é por conta do passageiro. Novidade para mim! Nunca tinha visto isso. Resultado: paguei o valor no balcão de atendimento do aeroporto no cartão de crédito e deixei para trocar dinheiro depois. O motorista teve que pagar o pedágio (algo em torno de dois pesos)...rsrsrs...Não me avisaram e não íam me mandar descer do táxi, neh!? Sendo assim, se chegar pelo Aeroparque (onde o câmbio é o pior que existe), troque o mínimo de dinheiro para evitar surpresas.
CÂMBIO
- Banco de La Nación costuma ter o melhor câmbio e é mais seguro.
- Quem desembarcar no Ezeiza, tem a sorte de contar com uma agência do Banco de La Nación no aeroporto que realiza câmbio. Da última vez, cheguei por volta da meia-noite e tinha plantão para trocar dinheiro. Excelente!
- Tem uma casa de câmbio boa na Calle Florida. Fica no final da Galería Colón. É o melhor câmbio, quase igual ao banco. Até hoje, não tive problemas com essa casa de câmbio.
- Tem que ter cuidado com dinheiro falso. É comum receber até troco com dinheiro falso no meio. Atenção! Não tire o olho do seu dinheiro nem quando for pagar o táxi.
- Quem é cliente do Banco do Brasil, pode sacar no Banco de La Nación. Máximo de AR$ 300 por saque e paga uma taxa em cada saque. Dá para fazer três saques máximos. É bom tirar todas as dúvidas com o banco antes de viajar. Paga uma taxa de AR$18,32.
- Tem um Banco do Brasil no centro mas nunca fui. Só passei na frente. Fica na esquina da San Martin com Sarmiento (Calle San Martin, 323).
- Se o pagamento do hotel/apartamento for em dólares, tem que levar daqui do Brasil. Recentemente, a política econômica da Argentina limitou a compra de dólares no país.
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